O CEO da ADL, Jonathan Greenblatt, diz que toda denúncia de antissemitismo apresentada à ADL agora é imediatamente analisada pelos seus "sistemas de IA" para ver se há uma "oportunidade de litígio" que eles possam encaminhar para sua rede de cerca de "50.000 advogados". "No ano passado, em parceria com Gibson Dunn, criamos algo chamado Legal Action Network", conta Greenblatt a uma reunião em uma sinagoga em Los Angeles. "Reunimos 50 dos principais escritórios de advocacia dos EUA para criar um grupo pro bono de literalmente uns 50.000 advogados." "E agora, quando você entra em um incidente na ADL, ele é avaliado instantaneamente pelos nossos sistemas de IA. Existe alguma oportunidade de litígio? E nós entregamos isso aos advogados para avaliar e encontrar alguém para assumir o caso."