Os americanos, e o resto da Ummah anglo-saxónica, costumavam se gabar de que o que distinguia "nós" de todos os outros era que não éramos uma sociedade de "papéis, por favor". Pois isso mostrava que o cidadão não era propriedade do Estado e tinha o direito de ser presumido inocente.
Estou de volta ao @thelastdvd onde escrevi uma reflexão sobre o cenário global do cinema em transformação e o lugar em evolução de Hollywood nele. (link nas respostas)